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Mostrando postagens de julho, 2017
Km 0 Um  ponta pé. Criar os abismos para nos atirar - juntos! Carta de um refugiado É impossível  amar a cidade sem  bei-já-cu de imperador, sem ter sinhá e sem sinhô, só sendo cá, o meio do mar,  vento frio,  corpo  dor.  Eu vi de fora melhor do que de dentro, eu mudo o centro, eu sou o centro. Eu traço a linha aonde eu sempre quis, a fronteira é  feita de giz, é a minha cicatriz.  O mundo é a esmola, a casa eu levo na sacola, mas a sacola é furada porque não tenho nada, sendo eu, sou nada. Sou tudo sou nada e  o horizonte não acaba. O horizonte não acaba. O horizonte não acaba.  O horizonte não acaba.  O horizonte não acaba.  O horizonte não acaba.  O horizonte não acaba.  O horizonte não acaba.  O horizonte não acaba.  O horizonte não acaba.  O horizonte não.  O horizonte.  O horizonte . O .  Carne em transito, sou maquina, sou guerra,   eu enfrento, eu busco ...